Louvando de Coração

Publicado: 1 de maio de 2011 em Discipulando

“Falando entre vós com salmos, entoando e louvando de coração ao Senhor com hinos e cânticos espirituais” (Efésios 5: 19)

“Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome.” (Hebreus 13: 15)

“Cantarei ao Senhor enquanto eu viver; cantarei louvores ao meu Deus durante a minha vida.” (Salmos 104: 33)

“Aleluia! Louvai, servos do Senhor, louvai o nome do Senhor. Bendito seja o nome do Senhor, agora e para sempre. Do nascimento do sol até ao ocaso, louvado seja o nome do Senhor.” (Salmos 113: 1 – 3)

“Todo ser que respira louve ao Senhor. Aleluia!” (Salmos 150: 6)]

Fomos criados por Deus, feitos a sua imagem e semelhança (Gênesis 1: 26), mesmo com nosso pecado Deus nunca desistiu do seu propósito e enviou seu único filho para morrer no nosso lugar, de forma que hoje podemos viver inseridos no propósito eterno de Deus, sendo partes da sua herança, da sua promessa, da sua família. Deus é nossa única esperança, Ele é digno de adoração, merecedor de muitos elogios, Ele é maravilhoso. Louvamos ao Senhor em todo tempo por quem Ele é e como fruto de nossa eterna gratidão pelo que Ele fez, faz e fará.

“E os quatro seres viventes, tendo cada um deles, respectivamente, seis asas, estão cheios de olhos, ao redor e por dentro; não tem descanso, nem de dia nem de noite, proclamando: Santo, Santo, Santo é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, aquele que era, que é e que há de vir.” (Apocalipse 4: 8)

“Vi e ouvi uma voz de muitos anjos ao redor do trono, dos seres viventes e dos anciãos, cujo número era de milhões de milhões e milhares de milhares, proclamando em grande voz: Digno é o Cordeiro que foi morto de receber o poder, e riqueza, e sabedoria, e força, e honra, e glória, e louvor. Então, ouvi que toda criatura que há no céu e sobre a terra, debaixo da terra e sobre o mar, e tudo o que neles há, estava dizendo: Àquele que está sentado no trono e ao Cordeiro, seja o louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos.” (Apocalipse 5: 11 – 13)

Deus é pleno, Ele é grande! Na oração de Jesus em João 17 é possível entender um pouco do gozo que Jesus tinha antes de vir ao mundo por estar em comunhão com o Pai. Jesus está preparando a igreja e o Espírito Santo tem revelado a pessoa de Cristo e aperfeiçoado a igreja para o dia do casamento. Porque quando Jesus voltar não cessaremos de louvá-lo e dar glórias a Deus. Passaremos a eternidade vivendo o gozo que Jesus vivia antes de vir ao mundo e vive hoje ao lado do Pai.

“E a minha língua celebrará a tua justiça e o teu louvor todo o dia.” (Salmos 35: 28)

“Assim, cumpre-me bendizer-te enquanto eu viver; em teu nome, levanto as mãos.” (Salmos 63: 4)

“Suba à tua presença a minha oração, como incenso, e seja o erguer de minhas mãos como oferenda vespertina.” (Salmos 141: 2)

“Batei palmas, todos os povos; celebrai a Deus com vozes de júbilo.” (Salmos 47: 1)

“Louvai-o ao som da trombeta; louvai-o com saltério e com harpa. Louvai-o com adufes e danças; louvai-o com instrumentos de cordas e com flautas. Louvai-o com címbalos sonoros; louvai-o com címbalos retumbantes.” (Salmos 150: 3 – 5)

“Vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do Senhor, que nos criou.” (Salmos 95: 6)

“Davi dançava com todas as suas forças diante do Senhor; e estava cingido de uma estola sacerdotal de linho.” (II Samuel 6: 14)

Instrumentos, danças, palmas, levantando as mãos, ajoelhando, enfim, existem uma série de formas de se louvar a Deus. Nossa expressão de louvor a Ele deve ser sincera, de coração puro, em todo o tempo enquanto vivemos.

Dando Graças Por Tudo

Publicado: 19 de abril de 2011 em Discipulando

“Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco.” (I Tessalonicenses 5: 18)

“… dando sempre graças por tudo a nosso Deus e Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo, …” (Efésios 5: 20)

“Entrai por suas portas com ações de graças e nos seus átrios com hinos de louvor, rendei-lhe graças e bendizei-lhe o nome.”  (Salmos 100: 4)

“Não se vendem dois pardais por uma moedinha? E nenhum deles cairá em terra sem o consentimento de vosso Pai. E quanto a vós outros, até os cabelos todos da cabeça estão contados.” (Mateus 10: 29- 30)

Pelo texto de Salmos, o “entrar na presença de Deus” (graças a Cristo hoje podemos viver em todo o tempo na presença de Deus) deve acontecer com ações de graças. Dar graças por tudo é um mandamento que contraria a murmuração, a reclamação. Pode parecer bem difícil de obedecer até entendermos quão justo é essa ordem de Deus.

Quando reclamamos o Diabo se alegra, é como se estivéssemos louvando ele. A primeira reclamação do mundo foi de Lúcifer e desde então Satanás trabalha para que todos murmurem, falem mal das coisas e dos outros. A murmuração é fruto de muitos desígnios ruins de nosso coração. O pior deles é a soberba, é como se nós faríamos melhor se estivéssemos no lugar de Deus. Outro sentimento terrível é a justiça própria, cada um tem a sua e muitas vezes nos achamos merecedores de “coisas boas”.

A certeza de que Deus faria tudo melhor é porque Ele criou tudo perfeito, o mal surgiu quando nós, humanos, decidimos viver independente dEle. A partir daí uma série de desastres passaram a ocorrer, fruto da nossa decisão. A Palavra diz que todos pecaram e carecem da glória de Deus (Romanos 3: 23) e que o salário do pecado é a morte (Romanos 6: 23); ou seja, se for por merecimento deveríamos estar todos no inferno e qualquer coisa diferente disso já nos deixaria em grandíssima vantagem.

Acontece que Deus não desistiu do seu propósito e Jesus veio ao mundo resolver esse problema. Ele agradou o Pai em tudo e se tornou o primeiro de uma nova raça (Romanos 8: 28 – 29 e I Pedro 2: 9). Jesus nos deu a chance de saírmos do lugar que merecíamos estar para vivermos em novidade de vida, termos a esperança da salvação, viver em santidade, limpos do pecado.

Quando temos revelação disso, todo motivo de murmuração desaba e só temos motivo de louvar e adorar a Deus. Dar graças em tudo é agradável ao Pai e deve ser agradável a nós também, pois fomos salvos por Ele! Glórias a Cristo!

“Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, orarás a teu Pai que está em secreto; e teu Pai que vê em secreto, te recompensará.” (Mateus 6: 6)

“E, despedidas as multidões, Jesus subiu ao monte, a fim de orar sozinho.” (Mateus 14: 23)

“E, tendo-os despedido, subiu ao monte para orar.” (Marcos 6: 46)

“Naqueles dias, Jesus retirou-se para o monte a fim de orar, e passou a noite orando a Deus.” (Lucas 6: 12)

A prática de orar sem cessar é excelente e fundamental na vida do discípulo, mas estar em oração durante o dia não substitui um tempo a sós com Deus. Ali, longe da correria do dia a dia, temos liberdade para nos expressar, derramar nosso coração, deixar Ele nos sondar, ouvir sua voz com mais clareza e conhecer mais da intimidade de Deus.

Jesus foi um grande exemplo. Ele sabia como era prazeroso estar com o Pai e vivia em oração constante todos os dias. Por isso o Espírito Santo podia se manifestar tão maravilhosamente por meio de Cristo. Mas para Jesus não era suficiente, ele precisava estar a sós com o Pai. Ele foi capaz de deixar seus discípulos seguirem viagem para depois encontrá-los andando por sobre as águas (Mateus 14: 23 – 25), mas Jesus jamais abriria mão de sua oração em secreto.

Que possamos investir naquilo que Jesus chama de vida eterna (João 17: 3) e conhecer mais e mais a Cristo.

Orando Sem Cessar

Publicado: 18 de abril de 2011 em Apostila - Comunhão com Deus

“Orai sem cessar” (I Tessalonicenses 5: 17)

“Com toda oração e súplica, orando em todo tempo no Espírito e para isto vigiando com toda perseverança e súplica por todos os santos.” (Efésios 5: 19)

“Pomba minha, que andas pelas fendas dos penhascos, no esconderijo das rochas escarpadas, mostra-me o rosto, faze-me ouvir a tua voz, porque a tua voz é doce, e o teu rosto, amável.” (Cantares 2: 14)

“O sacrifício dos perversos é abominável ao Senhor, mas a oração dos retos é o seu contentamento.” (Provérbios 15: 8)

O discípulo de Jesus deve andar cheio do Espírito Santo, dessa forma ele poderá ter um relacionamento constante com o Pai. Jesus ensina em Mateus 6: 5 – 8 que devemos ter um tempo de oração em secreto, mas quando saímos do nosso quarto para enfrentarmos um dia de trabalho, não podemos esquecer o Espírito Santo em nosso quarto. Ele quer passar o dia nos revelando mais e mais da pessoa de Cristo, nos guiando e dizendo o que devemos fazer, todos os nossos passos podem e devem ser feitos em obediência ao Espírito Santo, que habita e nós.

A oração é um diálogo em que constantemente falamos com Deus, mas também ouvimos sua voz. O texto de Cantares nos mostra que esse tempo é prazeroso para o Senhor também. Que privilégio que temos! Devemos desenvolver a prática de andar com Cristo, cheios da sua palavra, das suas verdades, dos seus mandamentos. Quanto mais nos colocamos na presença do Pai, mais alegria e prazer teremos em viver em oração.

A Base da Nossa Comunhão

Publicado: 20 de fevereiro de 2011 em Apostila - Comunhão com Deus

Depois do pecado ter entrado na raça humana como seria possível restituir a comunhão do homem com Deus? Adão havia sido criado à imagem e semelhança de Deus (Gênesis 1: 26), mas depois que pecou, seu filho Sete nasceu à imagem e semelhança de Adão (Gênesis 5: 3). A condenação e escravidão do pecado havia sido passado às gerações e o homem já não podia mais ter livre acesso ao Pai. Em toda história observamos Deus exercendo misericórdia para com seu povo, mas estava claro que homem nenhum seria capaz de resgatar o propósito eterno de Deus: ter uma família e muitos filhos semelhantes a Ele.

Então Jesus, o Verbo eterno, aquele que existia desde o princípio, cujas coisas que não existiam passaram a existir (João 1:  1-3), Jesus se fez carne e habitou entre nós (João 1: 14), se esvaziando de toda a sabedoria, de toda a forma de Deus (Filipenses 2: 5- 8), viveu uma vida perfeita e irrepreensível (I Pedro 2: 22) para que ele se tornasse o sacrifício perfeito e pelo seu sangue pudéssemos encontrar o caminho de acesso ao Pai.

“Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou pelo véu, isto é, pela sua carne, e tendo grande sacerdote sobre a casa de Deus, aproximemo-nos com sincero coração, em plena certeza de fé, tendo os coração purificados de má consciência e lavado o corpo com água pura.” (Hebreus 10: 19 – 22)

A motivação de Jesus sempre foi satisfazer a vontade de Deus e sua missão foi um sucesso. Jesus é o novo e vivo caminho de acesso a Deus. Ele é a base de nossa comunhão e só através dele podemos nos aproximar do Pai. Dessa forma hoje podemos ter um relacionamento sincero com Deus (João 4: 23), entendendo que Ele conhece nosso coração e não há o que esconder dEle. Devemos chegar ao Pai com o coração contrito, quebrantado, reconhecendo nossa pequenez e louvando sua grandeza. Glória a Deus por nos inserir de novo no propósito eterno de Deus.

Um Convite a Boa Parte

Publicado: 7 de fevereiro de 2011 em Apostila - Comunhão com Deus

“Já não vos chamo servos, porque o servo não sabe o que faz o seu Senhor; mas tenho-vos chamado amigos, porque tudo quanto ouvi de meu Pai vos tenho dado a conhecer.” (João 15: 15)

Jesus veio ao mundo e quebrou vários paradigmas. O que dizer quando, por amor, ele decidiu fazer o bem no sábado (Mateus 12: 1 – 14)? Ou quando, por amor, Jesus decidiu atender o pedido da mulher cananéia (Mateus 15: 21 – 28)? Jesus muito amou e nós fomos alcançados por esse amor de forma que não somos mais considerados servos, mas amigos de Deus, pois tudo que Jesus ouviu de seu Pai nos deu a conhecer.

Jesus nos religou ao Pai de forma que hoje podemos desfrutar de um relacionamento com Ele e esta é a vida eterna (João 17: 3). Deus quer nossa intimidade desde o princípio, Ele criou o homem com esse desejo e deu a vida de seu filho para resgatar seu propósito. Hoje Ele nos convida a boa parte, a porta fechada, num lugar secreto (Mateus 6: 6 e 16 – 18), muito mais importante que o serviço a Deus, o Pai quer nos conhecer e que nós conheçamos Ele. Nada é mais importante que nossa comunhão com Deus (Lucas 10: 38 – 42).

Um 2011 de Bom Senso Para a Igreja

Publicado: 10 de janeiro de 2011 em Discipulando

Ap 20 – 22

Ap 22: 11 – ” Continue o injusto fazendo injustiça, continue o imundo ainda sendo imundo; o justo continue na prática da justiça, e o santo continue a santificar-se.”

Após a leitura do último capítulo da Bíblia, juntamente com o final do ano, embora com um certo atraso eu gostaria desejar um 2011 de bom senso para a igreja. Estamos vivendo os últimos dias, a injustiça do injusto e a imundícia do imundo tem crescido; a justiça do justo e a santidade do santo deve crescer numa proporção ainda maior.

Temos bem memorizados oito princípios absolutos sobre a vida de Jesus. O quanto podemos falar, ensinar ou meditar sobre o fato de que Jesus existia antes de todas as coisas? Ou sobre o fato de que ele tornou-se homem? Ou sua vida perfeita e irrepreensível? Ou sua obra tremenda e grandiosa? Ou o fato dele ter morrido pelos nossos pecados? Ou que ele ressuscitou? Ou que ele foi exaltado? Ou nos gloriar no fato de que ele voltará? Dá para ficar horas, dias, meses, tempos e tempos falando, pregando e meditando nesses pontos.

O que dirá aos pontos que não foram incluídos nesses oito, pois como João mesmo diz, nem no mundo inteiro caberiam os livros escritos se todas as coisas que Jesus fez fossem relatadas uma por uma (João 21: 25). Quantos exemplos de amor não deveriam existir do homem que sabia quem o trairia e o tratou de igual modo a todos os seus discípulos, amando e servindo (João 6: 64; João 14: 21 – 22)?

De fato Jesus é maravilhoso e não nos deixou só, ele foi ao Pai, mas enviou o Espírito Santo, o Consolador que viveria em nós e nos capacitaria a fazer tudo aquilo que ele ordenou (João 14: 16 – 18 e 26; João 16: 7 – 14; Atos 1: 8) e logo ele desceu sobre a igreja de forma que a igreja primitiva viva uma vida intimamente ligada ao Espírito Santo, não é a toa que “Espírito Santo” aparece 47 vezes no livro de Atos e é por isso que eles frutificavam tão naturalmente (Atos 2: 42 – 47).

Dessa forma, sabendo como Jesus havia vivido em toda sua plenitude de sabedoria, graça, amor, perdão, justiça, misericórdia e obediência e tomando proveito do Consolador enviado por Deus, Paulo teve uma vida de destaque. Ele escreveu diversas cartas às igrejas da Ásia e Europa e viveu sua vida para satisfazer a vontade do Pai. Mas o que será que tinha de especial nesse homem?

Paulo se considerava o menor dos apóstolos (I Coríntios 15: 9) e não só isso, mas o menor dos santos (Efésios 3: 8). De fato ele perseguia a igreja e como Jesus disse: quem muito é perdoado, muito ama (Lucas 7: 47). Então Paulo se doava para a glória de Deus e para ver Cristo sendo formado na vida de cada discípulo (Atos 20: 19 – 20; I Coríntios 4: 11 – 13; I Coríntios 9: 19 – 27; I Coríntios 10: 32 – 33; II Coríntios 12: 10; II Coríntios 12: 15; Gálatas 4: 19; Filipenses 1: 3 – 5; Filipenses 3: 7 – 11; Colossenses 1: 9; Colossenses 1: 28 – 29; I Tessalonicenses 1: 2)

Podemos dizer que Paulo era radical por viver uma vida tão intensa, tão comprometida? Eu diria que Paulo tinha bom senso. Pois radical é Deus que deu a vida de seu único filho santo, perfeito, sem nenhum dolo ou culpa para viver no meio de homens sem jamais buscar seu próprio interesse senão o de agradar o Pai e atender uma multidão aflita e perdida e depois morrer assumindo a culpa de bilhões de homens pecadores. Mesmo assim Jesus se santificava em favor dos discípulos (João 17: 19).

Paulo viu o amor de Deus, a misericórdia e justiça do Senhor, ele viu e foi acolhido e perdoado por Jesus, a quem ele perseguia. O mínimo que ele podia fazer para retribuir tão grande amor é viver a vida que ele viveu. Paulo apenas tinha bom senso e imitava seu maior exemplo: Jesus, e vivia fazendo discípulos dia a dia, se gastando em cuidar das vidas que se convertiam, de desgastando em pregar para que mais e mais gentios se convertessem. A rotina de Paulo era fazer discípulos, pois ele tinha bom senso.

Nós somos tão pecadores quanto Paulo era, nosso pecado é tão grave quanto o dele, fomos amados com o mesmo amor e intensidade por Jesus, perdoados e acolhidos por Deus. Será que estamos vivendo com bom senso que ele viveu?

Uma advertência: “Não apagueis o Espírito” (I Tessalonicenses 5: 19) Todos os dons citados em I Coríntios 12: 8 – 10, todos os frutos do Espírito citados em Gálatas 5: 22 – 23 devem marcar nossas vidas como a marcou a igreja de Atos. É impossível fazer a obra e viver uma vida santa sem o Espírito Santo.

Uma palavra de ânimo: Hoje é tempo de misericórdia (II Reis 19: 28 – 30; Isaías 55: 6). Sabendo que Deus repreende e disciplina ao que Ele ama, sejamos zelosos e arrependemo-nos, pois Ele está à porta e bate e ao vencedor será dado o sentar-se com Ele no trono (Ap 3: 19 – 21). “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.” (Ap 3: 22)

Uma profecia: Um ano de frutificação! (Mateus 5: 35 – 38). Muitas pessoas estão com sede e o Diabo fica falando mentiras para nos desanimar e não proclamarmos. Não vamos dar ouvidos ao Diabo, mas ao Espírito Santo que diz que 2011 é um ano de frutificação!